sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Os versos que te dou

Ouve estes versos que te dou, eu


os fiz hoje que sinto o coração contente


enquanto teu amor for meu somente,


eu farei versos...e serei feliz...


E hei de faze-los pela vida afora,


versos de sonho e de amor, e hei depois


relembrar o passado de nós dois...


esse passado que começa agora...


Estes versos repletos de ternura são


versos meus, mas que são teus, também...


Sozinha, hás de escuta-los sem ninguém que


possa perturbar vossa ventura...


Quando o tempo branquear os teus cabelos


hás de um dia mais tarde, revive-los nas


lembranças que a vida não desfez...


E ao lê-los...com saudade em tua dor...


hás de rever, chorando, o nosso amor,


hás de lembrar, também, de quem os fez...


Se nesse tempo eu já tiver partido e


outros versos quiseres, teu pedido deixa


ao lado da cruz para onde eu vou...


Quando lá novamente, então tu fores,


pode colher do chão todas as flores, pois


são os versos de amor que ainda te dou.






JG de Araújo Jorge